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Protocolo de testagem para coronavírus causa insegurança em Poá

  • Foto do escritor: Agência VersAto
    Agência VersAto
  • 7 de ago. de 2020
  • 2 min de leitura

Durante a pandemia, a população poaense questiona o protocolo de testagem adotado para COVID-19.

Foto: Prefeitura de Poá

Os requisitos para testagem do Novo Coronavírus causam dúvidas e insegurança aos moradores do município de Poá, durante a pandemia.

As medidas de controle e prevenção da população ao novo coronavírus são assuntos discutidos e acompanhados de perto pela sociedade, afinal, é digna a preocupação com a própria saúde e de terceiros. Em Poá, moradores se queixam da burocracia para realizar a testagem da doença.


A prevenção é a maior arma contra uma doença, sem alternativas claras de tratamento. Um dos principais métodos para o isolamento preventivo é a testagem do possível infectado, mas em Poá, o que seria uma solução, tem se tornado motivo de preocupação. Os moradores da cidade têm procurado alternativas para realizar o teste, já que isso não tem sido possível nos centros de saúde do município.


A cidadã poaense, Lorrany Lima, de 18 anos, passou a apresentar alguns sintomas e procurou o único hospital de campanha da cidade, porém voltou para casa sem uma resposta clara.


“Eu comecei a sentir febre, dor de garganta, sintomas ligados ao COVID, algo que me deixou muito preocupada, já que moro com meu avô (pertencente ao grupo de risco), e minha irmã mais nova. Meu medo é transmitir uma doença tão perigosa para eles, mas voltei pra casa sem fazer o teste”, comentou.


Durante a sessão ordinária da câmara de vereadores, na última terça-feira(04), transmitida ao vivo, o clima esquentou quando o vereador Saulo Souza (AVANTE) questionou o motivo da prefeitura não ter comprado os testes rápidos, e foi prontamente rebatido pelo presidente da câmara, Tio Deivão (PL), que afirmou ter feito o teste, fala que resultou respostas rápidas, tanto na sessão quanto nas redes sociais.


“É porque você é presidente (da Câmara de Vereadores). A população está mentindo?”, Indagou Saulo Souza.


Em conversa telefônica, a atendente do hospital de campanha informou que o médico plantonista avalia a condição do paciente, mas é necessário, ao menos, estar apresentando sintomas há 4 dias. Questionada sobre o fato de conviver com pessoas denominadas como pertencentes ao grupo de risco, ela informou que segue necessário a persistência dos sintomas por, no mínimo, 4 dias.



Por: Felipe Cruz


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